__Como prometido, eis aqui um pouco mais sobre o projeto, a tattoo e a tempestade de idéias e ideais…
__Devidamente ressaltado está o fato de que esse projeto foi um divisor de águas em minha arte. E em minha mente também, pela renovação e transformação já comentadas anteriormente.
__Resolvi, então, pintar acrílica sobre tela. Como uma espécie de selo impulsor para essa travessia filosófica de libertação…

__E lá estávamos, embrenhados em muito jazz e boas conversas, a eternizar a vida sobre a morte em cada agulhada.
__Foram três trabalhosas, e não menos doloridas, etapas de muita confiança e satisfação multilateral (entre tatuador e tatuada).
__E posso dizer que, perante a alegria inefável de iniciar o fechamento do segundo braço da cliente (que, a essas alturas, já se tornou amiga – lembram da “publicitária/cantora”? Pois é, ela própria!), me senti mais vivo do que nunca!

__Em consonância a isso, o multifacetado “Dia dos Mortos” mexicano atraíu minha atenção para alguns de seus ideais.
__Haja visto o fato de que perante a morte somos todos iguais (ricos, pobres, cultos ou indoutos) e, se a morte sela a travessia dessa vida para outra, trata-se de continuidade em detrimento de qualquer cessação.
__Bem, talvez a morte seja apenas uma maquiagem sobre a vida – e quiçá não esteja tão morta quanto parece!
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Renan Batista – Tatuador – Tuatattoo









